Ao iniciar a fase de cobertura ou entrepiso de uma obra, surge uma dúvida comum: utilizar o enchimento em EPS (isopor) ou a tradicional cerâmica (lajota)? Ambos os sistemas treliçados são extremamente seguros, mas cada um oferece benefícios específicos dependendo do seu objetivo.
1. Laje treliçada com EPS (Isopor)
A grande vantagem do EPS é a leveza. Por ser um material muito leve, ele reduz consideravelmente o peso próprio da laje, o que pode gerar economia na estrutura das vigas e fundações. Além disso:
Conforto térmico: o EPS é um excelente isolante, mantendo a temperatura interna da casa mais agradável.
Agilidade: as placas são fáceis de manusear e recortar, acelerando a montagem no canteiro.
Menor consumo de concreto: o design das placas pode reduzir o volume de concreto necessário.
2. Laje treliçada com cerâmica (lajota)
A cerâmica é a solução clássica. Ela é ideal para quem prioriza:
Isolamento acústico: a densidade da cerâmica ajuda a barrar melhor os ruídos entre um andar e outro.
Aderência do revestimento: Para quem pretende aplicar reboco diretamente sob a laje, a cerâmica oferece uma excelente base de ancoragem.
Tradição e robustez: transmite uma percepção de solidez muito valorizada em projetos convencionais.
Conclusão: não existe uma opção “melhor”, mas sim a mais adequada para o seu projeto.
Na Lajes Paulista, produzimos ambos os sistemas com rigor técnico desde 1968. Nossa equipe está pronta para analisar sua planta e indicar a solução com o melhor custo-benefício.
Conclusão: não existe uma opção “melhor”, mas sim a mais adequada para o seu projeto.
Na Lajes Paulista, produzimos ambos os sistemas com rigor técnico desde 1968. Nossa equipe está pronta para analisar sua planta e indicar a solução com o melhor custo-benefício.


